O Ministério da Saúde iniciou a substituição gradual da insulina NPH pela insulina glargina no Sistema Único de Saúde (SUS). A mudança beneficia pacientes de 2 a 18 anos incompletos com diabetes tipo 1 e pessoas com 70 anos ou mais diagnosticadas com diabetes tipo 1 ou tipo 2.
Até segunda-feira (13), o Ministério já havia enviado mais de 254 mil tubetes de insulina glargina para 16 estados brasileiros, além de distribuir 52.350 canetas reutilizáveis para aplicação do medicamento. A previsão é que todos os estados recebam o tratamento até o fim deste mês.
Considerada uma opção terapêutica mais moderna, a insulina glargina possui ação prolongada e, na maioria dos casos, pode ser aplicada apenas uma vez ao dia.
Segundo o Ministério da Saúde, o medicamento contribui para um controle mais estável da glicemia e pode reduzir o risco de episódios de hipoglicemia.
O acesso ao novo tratamento será feito nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs), mediante avaliação clínica e prescrição médica. Pacientes interessados na substituição devem procurar a unidade de saúde mais próxima com a receita devidamente emitida para análise da equipe multiprofissional.