“O nosso time com técnicos das mais diversas secretarias — dentre elas, a de Direitos Humanos e a de Desenvolvimento Econômico — vai fazer visita de campo, vai conversar com essas pessoas, vai fazer um um cadastramento, vai atualizar os dados e comunicar: 'Pelos erros do passado, mas que agora são responsabilidade nossa, a gente precisa que você esteja num outro espaço da Beira-Mar'”, explicou o titular da Secretaria Regional 2, Márcio Martins.
“Primeiro, a pessoa precisa querer. Segundo, ela precisa deixar claro onde é esse local, porque não tem como a Prefeitura fazer uma busca ativa no 121 bairro. Precisa do outro lado, por isso é uma parceria”, afirma.
"As pessoas do Setor 1 que forem identificadas que não têm a condição de permanecer ali, imediatamente já serão orientadas a irem para um outro espaço, devidamente dialogado. E os que vão permanecer já vão receber suas permissões. Então, tem gente que vai ser contemplado com a permissão com 60 dias, outros com 90, outros com 100", explicou Martins.
“Estamos vendo inúmeros empreendedores, principalmente dessa atividade de patinete, que dizem — com toda razão e com argumento: 'poxa, mas se não podia, porque um dia deixaram? Infelizmente, essas pessoas foram induzidas a um erro lá atrás”, afirma.
“Durante a tramitação do processo administrativo, todos os equipamentos irregulares serão removidos e as atividades suspensas terão seus Termos de Permissão e Autorizações devidamente revogados”, diz o decreto, no art. 4º.