“Esse número ficou um pouco acima do que projetávamos. Fazemos a previsão com base no consumo, e só depois conseguimos confirmar o realizado. O aumento é positivo, porque mostra que mais clientes estão conseguindo se enquadrar no corte de isenção total, o que também indica maior preocupação com o uso consciente da energia”, afirma Barbosa.
“O desconto médio, que antes girava em torno de R$30, subiu para aproximadamente R$45,70 — quase 50% a mais. Ou seja, os critérios de elegibilidade não mudaram, mas o valor médio recebido pelo cliente aumentou significativamente”, explica Barbosa.