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Morre cartunista Jaguar, um dos fundadores de ‘O Pasquim’

O cartunista Jaguar morreu na manhã deste domingo, 24, aos 93 anos

Por Jornalismo Tempo FM
25 de Agosto de 2025 às 11:50

O cartunista Sérgio de Magalhães Gomes Jaguaribe, o Jaguar, morreu neste domingo, 24, no Rio de Janeiro. O óbito foi confirmado pela família ao G1.

Um dos fundadores do jornal "O Pasquim", ele estava internado com infecção respiratória no hospital Copa D'Or, no Rio de Janeiro, há três semanas.

O caso evoluiu para complicações renais e o cartunista estava sob cuidados paliativos.

O corpo do cartunista será velado a partir das 12h desta segunda-feira (25) na capela celestial do Memorial do Carmo, na Zona Portuária. A cremação será às 15h, em cerimônia restrita a familiares e amigos próximos.

Sua trajetória


Sérgio de Magalhães Gomes Jaguaribe, mais conhecido como Jaguar, deixa um legado profundo no jornalismo, na ilustração e na história da cultura brasileira. Com traços inconfundíveis e humor afiado, ele ajudou a transformar o cartum em uma poderosa ferramenta de crítica social e política, especialmente nos anos de repressão da ditadura militar.

Nascido no Rio de Janeiro, Jaguar iniciou sua trajetória profissional fora do mundo das artes: trabalhava no Banco do Brasil quando, em 1952, publicou seu primeiro desenho na coluna de humor "Penúltima Hora", do jornal "Última Hora". Esse pequeno passo deu início a uma longa e influente carreira.

Nos anos seguintes, seus trabalhos passaram a figurar com regularidade na "Manchete", revista de grande circulação da época, onde ganhou visibilidade nacional. Foi nessa fase que recebeu o pseudônimo “Jaguar”, nome que o acompanharia por toda a vida.

O Pasquim


Um dos momentos mais importantes da carreira de Jaguar foi a fundação de "O Pasquim", em 1969, ao lado de nomes como Millôr Fernandes, Henfil, Ziraldo, Paulo Francis e Tarso de Castro. Em plena ditadura militar, o jornal tornou-se símbolo da resistência cultural e política por meio do humor crítico e ousado.

Lá, Jaguar criou um de seus personagens mais emblemáticos: o ratinho Sig, uma figura irônica e contestadora, que se tornou mascote do semanário. "O Pasquim" desafiava a censura com inteligência e sarcasmo, e Jaguar, por seu envolvimento, foi preso e respondeu a diversos processos durante o regime.

Apesar da repressão, sua arte nunca se calou. Ele seguiu produzindo, desenhando e provocando reflexões até os últimos anos de sua vida. Jaguar também publicou livros, participou de exposições e deixou vasta contribuição para o cartum e o humor gráfico no Brasil. 

Foto: Fábio Motta
Com informações do O Povo e G1.

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